Nos pênaltis, a vaga em castellano, nas mãos de Magrón

A emoção do clássico internacional foi até o limite deste 28 de agosto…
Até a disputa de pênaltis, a primeira na história da Arena Pernambuco, com 8.320 torcedores presentes num dia de caos, com apagão e tudo mais.
Uma noite pioneira, com o primeiro clube pernambucano nas oitavas de final da Copa Sul-americana.
Uma agônica decisão após a vitória timbu por 2 x 0 no tempo normal. Nos pênaltis, Magrão, ou “Magrón”, pegou três e o Leão fez 3 x 1.
Pênaltis à parte, o jogo foi nervosíssimo, com alvirrubro bem superior ao rival, ao contrário do jogo de ida, na Ilha do Retiro.
O Náutico começou apertando nos dez primeiro minutos.
Magrão fez uma defesaça num chute de Rogério aos 15. No rebote, o uruguaio perdeu uma grande oportunidade.
A partir daí, chuva na arena e a primeira chance do Sport. Num lançamento de Roger, Camilo girou e bateu nbo ângulo, numa grande defesa de Berna.
O Sport só fazia “cozinhar” a partida, controlando a bola, com mais posse, inclusive. Contudo, não agredia o rival.
Já o Alvirrubro menteve o ímpeto no primeiro tempo. Lutou bastante, com o argentino Morales, pela primeira vez como titular, puxando a maioria das jogadas.
Aos 47 minutos, o Timbu abriu o placar. No último lance do primeiro tempo, Rithely, que abusava dos passes errados, perdeu mais uma bola no meio-campo. Morales avançou em velocidade e foi derrubado por Tobi. Mesmo assim, o Alvirrubro se aproveitou do lance. Na cobrança de falta de Morales, Elicarlos cabeceou no cantinho e Magrão.
O placar de 1 x 0, claro, incendiou o segundo tempo. Jorginho promoveu duas mudanças na intervalo, colocando William Alves e Derley, ousando mais.
Martelotte se mexeu apenas aos 11 minutos, quando, enfim, colocou Marcos Aurélio para jogar, no lugar de Roger, ainda zerado após a lesão no Estadual.
O Náutico empatou o duelo aos 16, num golaço do uruguaio Olivera, que há tempos buscava o seu primeiro com a camisa vermelha e branca. Na entrada da área, Tiago Real ajeitou de cabeça e o centroavante bateu de primeira, de canhota, no ângulo.
Nos dez minutos finais, o Náutico ainda ficou com um jogador a mais em campo, após o segundo amarelo para o lateral-esquerdo Peri.
O time rubro-negro não jogou bem, mas nos pênaltis teria o seu ídolo em ação…
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