Jogadores do Náutico comparam treino físico a atividades do Bope Nem mesmo o cenário paradisíaco ameniza ‘sofrimento’ dos atletas na preparação para o Pernambucano

Pontal de Marinha Farinha, praia do litoral norte, localizada no município de Paulista, na Região Metropolitana do Recife. Ambiente tranquilo, vista deslumbrante e um sol digno dos melhores dias de verão do Nordeste. Um cenário perfeito para dias de férias. No entanto, para os jogadores do Náutico, o “lazer” não foi tão agradável assim. Comandados pelo preparador físico Carlos Bona, os atletas foram submetidos a mais de duas horas de um intenso treino físico.


Para quem acompanhava, a movimentação era digna dos testes do Bope. A estudante Gabriela Duarte, não sabia que os jogadores sofriam tanto antes da bola rolar.
- Não é fácil, mesmo. A gente pensa que os caras só correm quando tem jogo, mas com este sol fica bem mais complicado. É a tropa de elite.

Carlos Bona até concorda com a dificuldade do treino. No entanto, para o preparador físico a situação é algo imprescindível para que o elenco comece a temporada “voando”.
- É puxado, sim. Mas é algo necessário. Não temos como preparar bem a equipe se não intensificarmos os trabalhos físicos. O pessoal reclama bastante, mas todo mundo sabe que isso vai ajudar lá na frente.


De acordo com o zagueiro Marlon, nem mesmo o ambiente paradisíaco alivia o cansaço provocado pelo treino físico.
- O lugar é lindo, mas a gente nem olha muito. O treino é puxado e o desgaste é grande. Mas sabemos que isso servirá para que nós tenhamos um bom preparo para encarar essa temporada, que será bastante intensa.

Fonte: Globo esporte.com/pe